O mundo anda um tanto estranho. Na última copa do mundo, por exemplo, nós brasileiros vimos e ouvimos Edmundo (o Animal) analisando lances de jogos e, na maior cara de pau, dizendo que o lance tinha sido maldoso...Ou então que não tinha sido nada, só um lance normal de jogo... Quem se lembra do Edmundo em campo??
Agora, semana de abertura do Rock in Rio, e somos pegos de surpresa (pelo menos eu fui!) com uma galerinha nada roqueira (e digamos, um bocado hipócrita) cantando "Eu vou sem droga nenhuma.." Cadê a galera do Sexo, Drogas e Rock'n'roll??
Esse mundo tá estranho ou não tá??
Ah, pra quem ficou de boca aberta com a caretice do slogan acima, veja que bacana essa paródia que fizeram da música.
Ah, e antes que me leve a mal (nesse mundo do politicamente correto é assim!), não estou aqui fazendo nenhum tipo de apologia às drogas! Até porque cigarro e álcool está liberadíssimo no Rock in Rio (e em qualquer lugar desse país) e até onde sabemos são drogas...Talvez seja isso: a campanha é para que ninguém LEVE droga de casa, pra dar mais lucro para os patrocinadores/organizadores...(veja bem: estou falando da cerveja e do cigarro...)
Também não estou aqui hipocritamente dizendo não às drogas: sou a favor do 'beba/use com moderação'...
É isso, o mundo tá estranho! Mas também, depois que Vampiro brilha e só quer sexo depois do casamento nada mais pode ser tão assustador...
domingo, 25 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Se alguém souber, me explica!
É o seguinte, depois de muito observar o comportamento humano, estou com uma super dúvida:
Por que quando pedimos um suco qualquer (de laranja, abacaxi, limão, ou o que seja!) SEM AÇÚCAR, ele também costuma chegar SEM GELO?
Algo parecido acontece com o café: Você pede um café expresso. Ao entregar a pessoa pergunta: Açúcar ou adoçante? Você diz: Nenhum dos dois, obrigada. E a pessoa insiste: Adoçante?
Já estou chegando no meu limite! Da próxima vez vou dizer traga tudo que tiver, açúcar, adoçante, melaço, mel....
Por que quando pedimos um suco qualquer (de laranja, abacaxi, limão, ou o que seja!) SEM AÇÚCAR, ele também costuma chegar SEM GELO?
Algo parecido acontece com o café: Você pede um café expresso. Ao entregar a pessoa pergunta: Açúcar ou adoçante? Você diz: Nenhum dos dois, obrigada. E a pessoa insiste: Adoçante?
Já estou chegando no meu limite! Da próxima vez vou dizer traga tudo que tiver, açúcar, adoçante, melaço, mel....
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Porque defender é preciso!
Defender-se do cachorro que tenta abocanhar sua mala,
defender-se do soco,
defender-se das calúnias,
defender-se do sol, vilão quente dos dias secos de céu infinitamente azul.
Defender seus sonhos de todas as acusações de devaneios e impossibilidades,
defender seus direitos, em via pública, com marchas e palavras de ordem!
Defender-se da banca,
Defender a dissertação
das acusações de falta de citação ou excesso delas,
dos erros de português,
das obras não lidas,
das interpretações defendidas.
Depois de uma vida,
depois de algumas quedas,
depois de dois anos e alguns meses
de bolsa e relatórios,
é preciso defender a dissertação,
é preciso submeter-se à Humilhação
em público, antes de publicar...
defender-se do soco,
defender-se das calúnias,
defender-se do sol, vilão quente dos dias secos de céu infinitamente azul.
Defender seus sonhos de todas as acusações de devaneios e impossibilidades,
defender seus direitos, em via pública, com marchas e palavras de ordem!
Defender-se da banca,
Defender a dissertação
das acusações de falta de citação ou excesso delas,
dos erros de português,
das obras não lidas,
das interpretações defendidas.
Depois de uma vida,
depois de algumas quedas,
depois de dois anos e alguns meses
de bolsa e relatórios,
é preciso defender a dissertação,
é preciso submeter-se à Humilhação
em público, antes de publicar...
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Saudosismo
Antigamente, no palito da kibon, o que a gente encontrava escrito, de vez em quando, é verdade (pelo menos comigo foram apenas uma meia dúzia de vezes), era: Vale outro picolé. Hoje, nessa época de chatices sem fim, lemos apenas: Madeira de Reflorestamento.
Que sem graça...
Que sem graça...
Assinar:
Postagens (Atom)
Direitos autorais protegidos por
This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Brasil License.
Sobre o que se fala
cotidiano
Poesia
Dicas
opinião
opiniões
política
utilidade pública
atualidade
atualidades
Rapidinhas
Campinas
educação
Conto
crônica
Minas Gerais
São Paulo
cinema
observações
Brasil
coisas da vida
escola
Misto
música
Delfim Moreira
divulgação
Barão Geraldo
Bolsonaro
Literatura
democracia
eleições
Filosofia
da vida
leitura
coisas que fazem bem
passeios
Comilança
clã Bolsonaro
redes sociais
revoltas
amigos
coronavírus
debate público
ensino
paixão
preconceito; atualidades
sobre fake news
séries
Dark
Futebol
amor
coisas de mineiro
coisas do mundo internético
criança
do eu profundo
façamos poesia;
final de ano; início de ano; cotidiano;
pandemia
8 de março
Ciência
de irmã pra irmã
distopia
história
infância
lembranças
mulheres
política;
tecnologia
virada cultural
Violência; Educação; utilidade pública
adolescência
autoritarismo
comunicação
consumo consciente
desabafo
economia
fascismo
férias
impressa
manifestação
mau humor
mentira
mágica
pós-verdade
quarentena
racismo estrutural
reforma da previdência
ser professor (a)
sobre a vida
músicaPoesia
15 de outubro
20 de novembro
2021
Anima Mundi
EaD
Eliane Brum
Fora Bolsonaro
Itajubá
Moro
Oscar
Passarinho; Poesia; Vida
Posto Ipiranga
aborto
amizade
amor felino
animação;
assédio sexual
autoverdade
balbúrdia
baleia azul.
bolsonarismo
cabeça de planilha
consciência negra
corrupção
coti
covid-19
crime
curta; crônica;
curtas; concurso; festival curtas
curtas; crônica;
da vida;
defesa
democracia liberal
descobrindo o racismo
desinformação
direitos
discurso
divulgação; atualidades
divulgação; blogs; poesia
documentário
família
filosofia de jardim
fim das sacolinhas plásticas
frio
férias; viagens; da vida;
gata
guerra de narrativas
hipocrisia
humor
ideologia
jornalismo
lei de cotas
livros
minorias
morte
mídia
música Poesia
novidades
para rir
próxima vida
racismo institucional
rap
resenha; atualidade; interesse público; educação
saudade
sentimentos
tirinhas
universidade
utopia
verdade
verdade factual
viagem
violência